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terça-feira, junho 27, 2006

 

Estudio novo, vida nova!

Mudanças no estúdio!
Equipamento novo, novas perspectivas, e agora com um parceiro!

Estou botando a maior fé!

Aguardem, o SAK está na área!

sexta-feira, março 03, 2006

 

Carnalight

Comparado ao do ano passado, esse carnaval foi bem mais light. Não que o do ano passado tenha sido uma loucura, mas só o fato de ter sido no Rio, o clima já esquenta. Seguimos alguns blocos e demos uns pulinhos. Mas o mais gostoso eram os botecos: patrimônio histórico da cidade. Esse, em Bombas, já foi mais tranquilo. Só praia, cervejinha e mergulhos. Teve até uns blocos desfilando, com direito a maracatú e tudo! Algum pernambucano exilado por essas bandas!
Mas foi gostoso. Agora, pra equilibrar de novo, acho que vou atrás de um mais agitado de novo. Quem sabe no Rio??!!!!

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

 

Workshop Produção de Áudio

O som sempre nos fascinou. Quando assistimos um filme, vemos um comercial de TV ou rádio, o som sempre nos envolve, emociona, desperta as reações mais diferentes.

E é sobre como produzi-lo, que estarei falando no workshop que acontecerá no sábado, dia 11 de março, na Beethoven Haus - Estúdio e Escola de Música.

Criação no áudio e ferramentas de trabalho, como Sonar, Sound Forge e o Ableton Live, serão alguns dos assuntos abordados. Cenas de filmes consagrados também serão exibidas para análise.
Uma ótima oportunidade para discutir a produção de áudio para cinema e publicidade!


* Para visualizar o cartaz em tamanho maior, é só clicar.

quinta-feira, janeiro 12, 2006

 

Funk You

Ano novo, banda nova!
Além da minha "quase banda", Grandes Poetas, meu novo projeto é o de uma banda de funk chamada Funk You. A idéia é tocar (adivinha) funk e soul music nacional e internacional. Percebi que aqui em Curitiba não tem bandas nessa praia, e imagino que tem gente para ouvir isso.
Agora é aguardar e conferir!

segunda-feira, dezembro 12, 2005

 

Será que o espírito de natal nos salvará?

Assisti pela primeira vez ontem o natal do Palácio Avenida. Foi uma experiência realmente muito bonita. O momento em que as janelas se abrem e as crianças começam a cantar é muito legal! O espetáculo cria uma atmosfera muito gostosa de paz. Todo aquele espírito de natal veio e me emocionou bastante. O problem foi o mundo real me puxando pela perna e me trazendo para o chão. Estávamos em um local que servia de passagem, por isso era um tremendo passa passa de gente durante toda a apresentação. Passou de tudo: senhoras que calmamente iam conseguindo passagem, homens truculentos que ouviram algumas palavras não muito agradáveis, até as gangs de periferia, que pareciam estar em trégua em respeito ao momento. A questão é que esse mundo (o real), diviu a minha atenção com o mundo mágico que as crianças do Palácio Avenida me ofereciam. Mas o importante é que os dois mundos se comunicaram sem problemas, e espero que a mensagem do espetáculo tenha atingido a todo aquele povo que estava lá. Fico na torcida para o natal não virar uma ilha no meio dessa insanidade, um único momento das nossas vidas em que fazemos uma breve reflexão sobre a vida e as coisas ao nosso redor.

quinta-feira, dezembro 01, 2005

 

As pérolas da geléia

Ontem, dia 30, fiu no show do Pearl Jam na pedreira Paulo Leminski. Já tinha ido lá para o show do Pixies, mas nada igual ao que eu vi ontem. Sabia que a venda tinha sido para 20 mil pessoas, mas soube que 23 mil estiveram por lá.
Já conhecia alguma coisa da banda, mas o som dos caras ao vivo é muito bom! E o vocalista, Eddie Vedder é um cara muito simpático. Pulei como não pulava há algum tempo. Fazia tempo que não ia a um show com essa "paudurecência" que o de ontem teve! A gente sai mais leve, deixa por lá um monte de coisas, inclusive muito dinheiro, nossa, como eles roubam a gente nesses shows!!
Mas valeu a pena. Agora é tentar ver os Rolling Stones!!!!!!

quinta-feira, outubro 20, 2005

 

Coisa de viciado

Desde abril, quando sai da banda que tocava, não faço nenhum show. Nesse meio tempo, fiz alguns ensaios. Mas o incrível é como o lance de subir no palco faz falta. Essa história de tocar vicia a gente com o tempo. E olha que os "shows" não são nada de mais, são nos bares e casas noturnas da cidade, mas tocar para as pessoas é muito bom, é gostoso ver a reação quando é uma música conhecida. Quando se tem um trabalho próprio essa conquista do público é mais demorada, e as vezes nem aconteçe.
Estou vendo se minha atual "quase banda" sai do papel (ou seja, dos ensaios) e cai na rua. Enquanto isso vou me contentando em tocar em casa. Mas baixista tocar sozinho é meio chato. É como tocador de tuba: monótono...

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