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quinta-feira, julho 28, 2005

 

Produção de áudio

A partir de agosto vou dar início a um curso bem interessante. Ele irá tratar da criação de áudio. Vou trabalhar basicamente com dois temas: áudio para publicidade (jingles, spots e trilhas) e com áudio para vídeo, cinema, teatro, etc (trilhas sonoras, som direto e foley). Esse curso se destina a publicitários, estudantes, músicos e interessados no assunto.
Tenho visto em Curitiba muitos cursos técnicos de áudio, mas nenhum que tratasse da criação de áudio. Espero que este sirva para preencher essa lacuna!

quarta-feira, julho 27, 2005

 

Pai McCartney

A última do Paul McCartney foi demais!
Ontem li no Uol a matéria, onde o meu querido e guru ex-Beatle diz ter feito uma das suas músicas do novo álbum "junto" com seu ex-companheiro George Harrison. Segundo McCartney, ele "recebeu" a visita de Harrison enquanto fazia a música, e que pelo estilo da composição, McCartney não tem dúvida de que a parceria foi feita realmente com Harrison. Eu que ver é se ele vai fazer uma com o John Lennon! Será que Lennon esqueçe as desavenças e também dá o ar da graça e faz novos hits com o Macca?

terça-feira, julho 26, 2005

 

Trilhas Sonoras

Um outro tema que não tinha comentado é sobre trilhas sonoras. Trabalhar com trilhas é uma coisa fantástica. Estava revendo nesse fim de semana, a primeira parte do Senhor dos Anéis, e vi como a trilha sonora é fundamental, principalmente em um filme como aquele. Além do trabalho de som direto, o chamado "foley". Aqueles sons como explosões, ventos, passos, barulho da mata... são sons que te levam para dentro do filme.

 

Materialização

Uma questão interessante me chamou a atenção no último número da revista Música e Tecnologia. No editorial da revista foi discutida a questão da imaterialidade do áudio digital, ou seja, todo o trabalho com áudio dentro de um micro, é feito através de softwares como o Sound Forge, Sonar e tantos outros, e dentro dos mesmos utilizamos plugins (programas específicos para aplicar em uma gravação, como equalizador, delay, reverb, etc). Estes plugins simulavam na tela do micro, aparelhos reais, com botões de liga/desliga, a antiga agulha de nível, e demais botões, que são manipulados pelo mouse. O que a indústria do áudio percebeu é que as pessoas estavam sentindo falta de algo material, algo que realmente pudesse pegar e mexer nos botões, uma interatividade maior com o equipamento. Pois os mesmo plugins que antes existiam apenas na tela do micro, agora serão materializados para um uso "real".

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